UGT define 2006 como ano de desemprego, falências e precariedade do trabalho

A UGT definiu esta quarta-feira o ano de 2006 como de elevado desemprego, numerosas falências e de aumento da precariedade do emprego, de acordo com um comunicado dos representantes dos trabalhadores.

Pedro Latoeiro

“Foi um ano em que os portugueses continuaram confrontados com elevados níveis de desemprego, com numerosas falências, encerramentos e deslocalizações de empresas, com o aumento significativo da precariedade do emprego, com uma evolução insuficiente e, por vezes, negativa do poder de compra bem como com novas situações de pobreza e de exclusão social”, refere o comunicado.

“Foi também um ano em que a economia portuguesa deu sinais de algum relançamento, ainda que este continue aquém do crescimento médio comunitário, o que nos mantém numa trajectória de divergência face à UE, situação que se verifica desde 2001, e ainda aquém do necessário para gerar os empregos necessários”, acrescenta o mesmo documento.

Para a UGT, alguns sinais positivos no plano social em 2006, como a estagnação da taxa de desemprego, foram insuficientes para contrariar o pessimismo que continua a marcar a economia portuguesa e as condições de vida dos trabalhadores.

in: Diário Económico

publicado por AEDA às 20:03 link do post | favorito