Terça-feira, 28.03.06

Estudo: jovens trocam muitas vezes de operador móvel

Os jovens, entre os 20 e 24 anos, são os menos fiéis ao operador de rede móvel, segundo dados do Barómetro de Telecomunicações da Marktest.


De acordo com o mesmo estudo, no último trimestre de 2005 mais de um milhão de portugueses já mudou de operador da rede móvel.

Este número representa 18,9% do total de possuidores de telemóvel, enquanto 75,5% afirma nunca ter mudado de operador. Uma minoria afirma ter ficado com os dois operadores, 5,4%. Estes dados mostram a elevada fidelidade ao operador por parte dos possuidores de telemóvel.

Entre os jovens, 26,7% afirmou já ter trocado de operador, valor que é de 20,5% nos inquiridos que pertencem à classe média.

No lote dos principais motivos apontados pelos entrevistados estão o facto de amigos/familiares estarem ligados a essa rede (25,1%) e os preços mais baixos (24,7%).

28-03-2006 20:28:50

Diário Digital
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Terça-feira, 21.03.06

Fundação Berardo detém 11,77% da Teixeira Duarte

A Teixeira Duarte revelou esta segunda-feira que o empresário Joe Berardo, via a Fundação Berardo, passou a deter 11,77% dos direitos de votos da construtora.


Para tal, foram comprados um total de 994.526 acções pela Cotrancer e a Moagens Associadas.

Na sexta-feira, havia sido comunicado pela CMVM que a Fundação Berardo adquiriu 16,06 milhões de acções da construtora à Metalgest - também pertença do empresário madeirense -, aumentando a participação para 11.53% do capital social.

Este novo anúncio pela Teixeira Duarte comunica que a Fundação Berardo comprou 994,52 mil acções da construtora através da Cotrancer e da Moagens Associadas.

O número de acções detidas directa e indirectamente pela Fundação Berardo passa a ser de 49,43 milhões, correspondentes a 11,77% do capital social e dos direitos de voto da Teixeira Duarte.

in:Diário Digital

20-03-2006 21:25:26

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Segunda-feira, 20.03.06

British Telecom entra para a Apritel

A British Telecom (BT) tornou-se esta segunda-feira no mais recente membro da Associação dos Operadores de Telecomunicações (Apritel).


Em comunicado, a Apritel declarou que «a adesão representa mais uma ligação a uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo e um reforço da representatividade e capacidade de intervenção no sector.»

Recorde-se que a Bristish Telecom está presente no mercado português através da sua filial BT Portugal, acompanhando os clientes nacionais e os clientes multinacionais com operações no país, no domínio dos serviços de telecomunicações e das tecnologias de informação.

in:Dinheiro Digita

20-03-2006 19:49:20

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Quarta-feira, 08.03.06

Lucro da CGD aumentou 29,3%, para 537,667 ME

O lucro da Caixa Geral de Depósitos (CGD) subiu 29,3% no ano passado, face a 2004, para 537,667 milhões de euros (ME), revelou hoje a instituição financeira.
Estes resultados não reflectem a mais-valia de 145 milhões de euros da venda da posição accionista no brasileiro Unibanco, verba que foi destinada «a provisões para riscos e encargos, ao reforço da imparidade e à cobertura de outros factores não recorrentes», refere a instituição no comunicado enviado a CMVM.
O produto da actividade bancária e de seguros do grupo CGD atingiu 2,671 mil milhões de euros, o que traduz um aumento de 24,6% face a 2004.
Para este resultado contribuíram, sobretudo, os aumentos na margem financeira de retalho, que cresceu de 10,3%, para 994,4 milhões de euros, e da margem complementar, que subiu 72,7%, para 630,5 milhões de euros.
Apesar destes aumentos a margem financeira ficou 0,6% abaixo do valor registado em 2004, alcançando 1.413 milhões de euros, devido às novas normas contabilísticas, pois parte dos proveitos anteriormente classificados nesta rubrica são agora incluídos em operações financeiras.
As comissões líquidas aumentaram 5,3%, para 314,1 milhões de euros.
A margem técnica da actividade se seguros cresceu 75,6%, atingindo 627,2 milhões de euros, com os prémios de seguros a aumentar 26,2%, um ritmo bastante superior aos 15,9% a que cresceram os custos com sinistros.
Os recursos captados pelo grupo ascenderam a 82 mil milhões de euros, o que reflecte um crescimento de 6,7%, com 47,7 mil milhões de euros de recursos de clientes, mais 5,6% do que em 2004.
O crédito a clientes do Grupo aumentou 57 por cento em 2005, face ao ano anterior, cifrando-se em 51,3 mil milhões de euros, sendo o contributo individual da CGD de 45,4 mil milhões e o da filial em Espanha, o banco Simeon, de 2,0 mil milhões de euros.
O crédito à habitação foi o principal destino do crédito, absorvendo 28,7 mil milhões de euros, mais 9,2% do que em 2004, destacando-se o crescimento de 15,8 por cento do novo crédito concedido.
O activo líquido ascendeu a 86,9 mil milhões de euros, com um aumento de 9,9%.
Os capitais próprios subiram 1,1 mil milhões de euros, para 4,3 mil milhões de euros, mais 32,9% do que no final de 2004.
O rácio de solvabilidade melhorou para 12,4%, comparando com 9,4% no ano anterior, e o «core Tier 1», que corresponde aos fundos próprios de base excluindo acções preferenciais, situou-se em 5,9%.
A rendibilidade bruta dos capitais próprios (ROE) situa-se em 18,4%.
O rácio de eficiência [cost to income] melhorou de 66,3% para 59,7%.
....................
Diário Digital / Lusa
08-03-2006 16:30:00
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Segunda-feira, 06.03.06

Alimentos mais caros

mercado01.jpg
Seca na origem da subida de preços

Os bens alimentares estão mais caros do que no ano passado. O maior aumento da lista é o do preço do azeite: uma subida de 45 por cento por litro. A seca é apontada como a principal causa da quebra na produção.
A falta de água não é a única causa apontada para o encarecimento de alguns bens alimentares, mas é uma das mais preocupantes. Com os níveis das albufeiras longe de serem repostos, é real a possibilidade de o país voltar a enfrentar mais um ano de seca.

No caso do azeite, o aumento do preço ao consumidor registou-se muito acima dos 2,3 por cento da inflação e resulta da subida do preço ao produtor - determinada pelo efeito da seca nas oliveiras.

Nos produtos hortícolas, há aumentos em produtos como a alface, o alho, a cebola, a couve e a batata, resultantes da falta de água que terá contribuído para uma redução da rega no cultivo.

Outra das causas apontadas para o encarecimentos destes produtos é o constante agravamento na factura dos combustíveis, com natural impacto na agricultura.
....
SIC
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Sexta-feira, 03.03.06

Governo quer cumprir prazos na adopção da factura electrónica

Os primeiros resultados de um estudo promovido pela UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento apontam para números pouco animadores relativamente à adopção da factura electrónica entre os serviços da Administração Pública, um processo que terá de estar concluído até ao final do ano, tal como ficou estipulado numa resolução aprovada em Conselho de Ministros no passado mês de Julho.

Segundo Mariano Gago, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a factura electrónica é a "pedra de toque" para o desenvolvimento da Sociedade da Informação. "É indispensável que no final do ano tenhamos feitos progressos significativos nesta matéria", salientou durante o seminário "Adopção da Factura Electrónica como Elemento de Modernização" que decorreu hoje inserido na Europaper 2006, na FIL. "É a questão crítica a resolver em matéria de SI durante este ano", defende.

Salvaguardando que não se conhece exactamente o valor total das facturas emitidas e recebidas pelo Estado, Luís Magalhães, presidente da UMIC, calcula que as mesmas gerem custos de 10 a 20 mil milhões de euros ao ano, correspondentes a cerca de 20 a 30 milhões de facturas. "Basta pensarmos nestes números para termos a noção do impacto da adopção da factura electrónica na redução da despesa e na modernização da AP e do país em geral", afirmou durante a sua intervenção no seminário.

Os dados de um levantamento recente sobre o estado da implementação do processo de migração para a factura electrónica promovido pela UMIC - um procedimento que será recorrente durante o ano para avaliar a evolução desse mesmo processo - apontam para números muito baixos de entidades que declaram processar já facturas electrónicas. Mais preocupante é o facto de a maior parte dos serviços declarar nem sequer ter um plano de implementação, refere Luís Magalhães.

Guia contra o desconhecimento
O responsável da UMIC considera que o projecto governamental de implementar os mecanismos necessários à emissão de facturas por via electrónica entre os seus serviços e organismos do Estado até 31 de Dezembro de 2006 enfrenta algumas dificuldades práticas, entre elas a falta de conhecimento sobre os aspectos técnicos da matéria. De modo a endereçar essa questão, a UMIC constituiu um grupo de trabalho para a redacção de um Guia da Factura Electrónica, que foi hoje apresentado oficialmente.

Pretendendo facilitar a difusão de conhecimento sobre a matéria não apenas entre as entidades públicas, mas também no sector privado, o Guia da Factura Electrónica apresenta algumas definições e informação acerca da legislação aplicável, ao mesmo tempo que dá a conhecer as utilizações possíveis e os intervenientes num processo de facturação electrónica. Cada capítulo é acompanhado de uma secção de respostas onde se pretendem endereçar dúvidas que se possam colocar quanto àquela matéria em particular.

O documento será publicado online a partir da próxima semana, momento a partir do qual se iniciará um período de consulta pública para que se possam recolher comentários e levantar dúvidas que ainda persistam, explicou Luís Magalhães.

O Guia da Factura Digital contou com a colaboração da Aliança Digital e da Associação do Comércio Electrónico e também de elementos de vários sectores da AP, com destaque para a administração fiscal.
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Notícias Relacionadas:
2005-07-29 - AP adopta sistema de facturação electrónica até final de 2006
2005-07-12 - Promoção da Factura Electrónica é o principal objectivo da Aliança Digital
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2006-03-03 17:59:00
Casa dos Bits
publicado por AEDA às 20:18 link do post | favorito
Quinta-feira, 02.03.06

NOTÁRIOS - PRIVATIZAÇÃO ESTÁ A SER UM SUCESSO


• Um ano depois da privatização dos notários o balanço é considerado muito positivo. O bastonário da Ordem dos Notários fala de uma verdadeira «revolução» que permitiu criar mais de 250 notários privados que absorveram largas centenas de jovens licenciados.

( 11:30 / 02 de Março 06 )

O bastonário da Ordem dos Notários elogia sobretudo a criação de novos postos de trabalho com a privatização.

«Criámos durante o ano que passou, e apesar do processo ainda ir a meio, cerca de 600 postos de trabalho entre pessoas que fomos recrutar ao mercado de trabalho, jovens licenciados e desempregados», explicou Barata Lopes.

«Por outro lado, transitaram de funcionários públicos para os privados cerca de 600 pessoas também, o que significa que houve um ganho efectivo para o Estado de dois milhões de euros mensais em funcionários», acrescentou.

O bastonário da Ordem disse também que além disso a transição foi um êxito porque o processo de escrituras passou a ser muito mais rápido.

Uma ideia corroborada por Joaquim Cunha, presidente da Associação das Pequenas e Médias Empresas, que elogia a privatização dos notários.

«Para as pequenas e médias empresas o facto de haver notários privados aumentou a rapidez do processo sem perda de fiabilidade, o que prova que e possível desburocratizar o país», defende o empresário.
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TSF

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