Quarta-feira, 30.11.05

Euribor atinge em Novembro máximo desde Janeiro de 2003


A euribor atingiu os 2,684% em Novembro deste ano, o nível mais alto desde Janeiro de 2003. Em termos homólogos a valorização foi de 0,536 pontos, sendo que a taxa atingiu os 2,328% em Novembro de 2004.

A taxa subiu 0,27 pontos face aos 2,414% verificados em Outubro. Este aumento traduz-se no incremento dos créditos hipotecários.
Os analistas consideram esta subida como um desconto realizado pelo mercado face ao aumento das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) na próxima quinta-feira.

O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, anunciou este mês que a autoridade monetária europeia está disposta e preparada para aumentar as taxas de juro, com o objectivo de controlar a inflação.

30-11-2005
in: Diário Digital
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Oposição acusa governo de injustiças fiscais

Críticas ao aumento de impostos


Oposição acusa governo de injustiças fiscais


A oposição garante que os aumentos dos impostos aprovados pelo governo vão destruir a economia portuguesa. Os assuntos fiscais dominaram hoje grande parte do debate na especialidade do Orçamento de Estado para 2006.


SIC


O CDS-PP garante que o novo escalão de Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) para os contribuintes que recebem mais de 60 mil euros por ano vai prejudicar muitos portugueses.

O Governo defende que nesta altura já não há surpresas. Que os aumentos estavam previstos no Programa de Estabilidade.

Em matéria de impostos, o Executivo diz mesmo que até há razões para ser optimista, dado que até agora já foram cobrados 1670 milhões de euros em Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).

A discussão do documento artigo a artigo é longa, mas o Orçamento de Estado para o próximo ano deverá ser aprovado com os votos da maioria socialista.


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Segunda-feira, 28.11.05

Dissolução de empresas «na hora» pode ser realidade em 2006


O Governo vai avançar no próximo ano com um novo regime jurídico que facilita a dissolução e liquidação das empresas, consagrando uma espécie de dissolução «na hora», afirma o Jornal de Negócios na edição desta segunda-feira.



O objectivo do Executivo é afastar dos tribunais muitas das actuais situações de dissolução de empresas, permitindo a decisão de encerramento por via administrativa, de forma mais rápida semelhante à adoptada para a criação de empresas «na hora».
As conservatórias do registo comercial «terão a competência de dissolução», acrescenta o artigo.

Estas alterações estão previstas numa proposta de aditamento ao Orçamento do Estado para 2006, entregue pelo PS e que o jornal diz conhecer.

28-11-2005 9:37:04

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Quarta-feira, 23.11.05

Fisco envia 112.201 multas por dívidas

Finanças
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Fisco envia 112.201 multas por dívidas

A Direcção-Geral dos Impostos (DGI) enviou na passada sexta-feira mais de 112 mil notificações de coimas a contribuintes por dívidas de IVA, Pagamento por Conta e Pagamento Especial por Conta, diz o Jornal de negócios de quarta-feira.



Os faltosos deverão estar a receber as multas nas suas caixas de correio esta semana, porquanto as notificações do Fisco foram emitidas depois de respeitado o prazo de defesa garantido aos contribuintes, assinala o artigo.
Ainda assim, o jornal diz que um documento da Administração Fiscal alerta «para a necessidade de se actualizarem as bases de dados de forma a evitar que se enviem notificações para o pagamento de coima a contribuintes que apresentaram defesa».

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Sexta-feira, 18.11.05

O Estado pagou de forma indevida mais de 69,6 milhões de euros ao Hospital Amadora Sintra.


SIC/18-11-2005

Arquivo SIC
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69,6 milhões a mais

Estado terá pago verba excessiva ao Hospital Amadora-Sintra

O Estado pagou de forma indevida mais de 69,6 milhões de euros ao Hospital Amadora Sintra. A conclusão é do Tribunal de Contas e foi publicada na edição de hoje do Diário de Notícias.

Segundo uma auditoria do Tribunal, entre 1996 e 2001 a Administração Regional de Saúde de Lisboa não acompanhou de forma correcta a execução do contrato de gestão celebrado entre o Estado e o Hospital.

A auditoria do Tribunal, a segunda sobre este assunto, considera por isso que existe uma responsabilidade dos sucessivos gestores dos serviços regionais da Saúde, que lesaram o Estado português em milhões de euros. A gestão do Hospital Amadora Sintra é privada e está a cargo do Grupo Mello.
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Quinta-feira, 17.11.05

Economia internacional crescerá 3,2% em 2006, diz BM

O Banco Mundial prevê que a economia global cresça 3,2% no próximo ano, ritmo igual ao esperado para 2005, revela a instituição, nas suas Perspectivas Económicas Globais, divulgadas esta quarta-feira. No ano passado, a economia mundial cresceu 3,8%.


Só para 2007 o Banco Mundial prevê uma ligeira aceleração do ritmo de crescimento, para 3,3%.
Esta redução da taxa de crescimento é atribuída ao aumento dos preços do petróleo, aos constrangimentos de capacidade de produção no sector dos recursos naturais, designadamente no petróleo, e ao endurecimento da política monetária nos EUA, com a subida progressiva das taxas de juro.
A instituição menciona ainda a maturação do ciclo de investimento, em alguns países, após um ano de crescimento acentuado.
O Banco Mundial prevê que as economias em desenvolvimento continuem a crescer acima da média, apesar de antecipar a sua perda de velocidade, que deverá colocar a sua taxa de crescimento em 5,7% em 2006, menos duas décimas que em 2005.
Os países de alto rendimento manterão em 2006 a taxa de 2,5%, com que deverão encerrar 2005.
Dentro desta categoria são os EUA que continuam a desempenhar o papel de locomotiva, ao manterem o ritmo de crescimento de 3,5%, uma vez que a zona euro, apesar de melhorar face aos 1,1 % em 2005, só deverá crescer 1,4%, enquanto o Japão deverá baixar mesmo a sua taxa, de 2,3 % para 1,8%.
Diário Digital/ Lusa
16-11-2005
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Quarta-feira, 16.11.05

Petróleo ao preço mais baixo de 5 meses

SIC 15nov05

Barril de brent ronda os 54 dólares

petroleo.jpg
Arquivo Sic

O preço do petróleo em Londres caiu pela oitava sessão consecutiva. O barril de brent, que serve de referência às importações portuguesas, custa agora 54,45 dólares
O petróleo na praça londrina atingiu o valor mais baixo dos últimos cinco meses. Chegou a ser negociado a 54 dólares mas, a meio da tarde, subiu ligeiramente. À hora de fecho dos mercados em Lisboa valia 54 dólares e 45 cêntimos.

Já em Nova Iorque, o petróleo esteve a subir. A cotação do barril de crude chegou aos 57,65 dólares.

Mesmo assim, há três meses que não se verificava um preço tão baixo na praça norte-americana.

As temperaturas, mais altas do que o habitual para esta altura do ano, estão a contribuir para a queda dos preços.

Além disso, tudo leva a crer que durante a semana passada aumentaram os fornecimentos de petróleo a partir dos Estados Unidos.


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Terça-feira, 15.11.05

Salário mínimo aumenta 11,20 euros por mês

JN 15nov05

Reacções CAP e CCP elogiam decisão do Governo, enquanto CTP e CIP antevêem dificuldades Sócrates diz que o novo valor salvaguarda economia e finanças públicas 
INáCIO ROSA / LUSA
vencimentominimo.jpg



Lucília Tiago

OGoverno surpreendeu, ontem, os parceiros sociais ao fixar o aumento do salário mínimo nacional (SMN) em 3% para o próximo ano, o que fará esta retribuição subir dos actuais 374,70 euros para 385,90 euros. Este aumento - que equivale a 37 cêntimos por dia - foi saudado pelos presidentes das Confederações do Comércio e da Agricultura, enquanto os seus colegas da Indústria e do Turismo manifestaram preocupação com o seu impacto em algumas sectores. Francisco van Zeller antecipa mesmo que esta subida poderá provocar encerramentos de empresas ou despedimentos.

"Trata-se de ir tão longe quanto podemos", começou por sublinhar José Sócrates, adiantando que o aumento de 3% - que equivale ao cenário mais elevado dos quatro propostos ao Governo pelo Grupo de Trabalho do SMN - representa a maior subida dos últimos anos, sem que seja posta em causa a competitividade da economia e a consolidação das finanças públicas.

Salientando a necessidade de o aumento do salário mínimo ter de obedecer a "um equilíbrio" entre os interesses dos trabalhadores e das empresas, o primeiro-ministro precisou que qualquer mexida nesta prestação tem de ser feita contando com todas as prestações que lhes estão indexadas, nomeadamente as pensões (ver página seguinte).

O facto de esta subida estar sete décimas de ponto percentual acima da inflação prevista pelo Governo levou Sócrates a acentuar o facto de se tratar de um aumento real, o que não se verificava desde 2002. Mas o argumento não convenceu as centrais sindicais, já que o histórico recente mostra que a inflação tem sido sempre subestimada. Além de que o cenário do Banco de Portugal aponta para um valor de inflação de 3%, em 2006.

Ao longo dos últimos seis anos, o valor médio da inflação foi de 3,6%, enquanto que o SMN subiu 4,1%. Mas, tomando como referência apenas os últimos três anos, o aumento da prestação foi inferior à da inflação.

Para João Proença, da UGT, este aumento é, assim, "claramente insuficiente", pois não basta para fazer o SMN ganhar terreno e colocá-lo a 60% do salário médio nacional - como indicado na Carta Social Europeia. Também para Carvalho da Silva, da CGTP, o montante da subida não tem em conta ganhos de produtividade.

Do lado do patronato, as reacções foram opostas. Atílio Forte manifestou-se preocupado com a decisão do Governo, receando que seja tomada como referencial para os aumentos salariais gerais. Recorde-se, a propósito, que o alojamento e a restauração são os sector com maior percentagem de trabalhadores a ganharem o SMN. Já Van Zeller, da CIP, considerou que, se do ponto de vista social o aumento é irrisório, para algumas empresa pode significar o seu encerramento. "Para as empresas, esta proposta é negativa".

Já José Silva, da CCP, elogiou a atitude de Sócrates, e João Machado, da CAP, também referiu que esta subida não terá impacto na agricultura, onde os aumentos já negociados são superiores a 3%.
publicado por AEDA às 09:48 link do post | favorito
Domingo, 13.11.05

Governo cria CAGA - Comissão de Acompnhamento da Gripe Aviária

Criada Comissão de Acompanhamento da Gripe Aviária


2005-10-14Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas

Gabinete do Ministro

Nota de imprensa

Ministro da Agricultura cria Comissão de Acompanhamento da Gripe Aviária

Tendo em conta a evolução da actual epizootia de gripe aviária com a recente identificação do respectivo vírus em países europeus, designadamente Roménia e Turquia, entendeu, o Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, ser aconselhável que, em Portugal, para além das medidas já tomadas pelas diversas entidades com responsabilidade nas áreas susceptíveis de serem afectadas, se crie uma comissão de acompanhamento daquela epizootia para que se proceda à análise e divulgação da informação adequada às situações que a curto ou médio prazo possam vir a registar-se.

Neste âmbito foi hoje determinado pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, em despacho conjunto com o Ministro da Saúde:

1. É criada na Direcção-Geral de Veterinária, enquanto autoridade sanitária veterinária nacional, uma Comissão de Acompanhamento da Gripe Aviária de ora em diante designada como CA, constituída pelos seguintes elementos:

- Dr. Carlos Manuel de Agrela Pinheiro – Director-Geral de Veterinária, que preside;

- Drª Maria Inácia Aleixo Vacas de Carvalho Corrêa de Sá – Directora do Laboratório Nacional de Investigação Veterinária;

- Drª Maria da Graça Gregório de Freitas – da Direcção-Geral da Saúde

2. A CA é a entidade autorizada a prestar informações sobre a evolução da doença.

3. A CA reúne ordinariamente com periodicidade semanal, salvo se, por decisão do seu presidente ou a pedido de qualquer outro dos seus membros, se justificar a convocação de reuniões extraordinárias.

Consulte:

"http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/
GC17/Ministerios/MADRP/Comunicacao/
Notas_de_Imprensa/20051014_MADRP_Com_Gripe_Aviaria.htm"
publicado por AEDA às 04:25 link do post | favorito
Sexta-feira, 11.11.05

PENSAR CLIENTE

5ª Feira dia 10, pelas 18h no El Corte Inglês (Piso 7), José Rafael Nascimento apresentou o seu livro, intitulado “Pensar Cliente”.
pensar cliente.JPG

O tema é a Orientação Marketing, fazendo uma pequena abordagem teórica e respondendo a 31 questões polémicas, como por exemplo “O cliente é rei?” e “O cliente tem sempre razão?”.
pedir directamente a:
jrn@netcabo.pt
ou no Corte Inglês - Lisboa
publicado por AEDA às 03:10 link do post | favorito

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